Esboço de Idéias


Retornando...

Após algum tempo fora, volto com toda certeza de um amor conquistado diariamente.

Volto mais feliz, mais confiante nas possibilidades. Aqui estou, vivendo, amando, sorrindo...

Brincando, sentindo a força da vida.



Escrito por Má às 20h19
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O amor não é algo que te faz sair do chão e
te transporta a lugares que nunca viste.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que podes esconder dentro
de ti e não mostras a ninguém.
Isso chama-se vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração
e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma
em refém.
Isso chama-se sequestrador.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa a sua marca
por onde passa.
Isso chama-se merda de pombo...
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que tu podes prender ou soltar fora de
casa quando bem entenderes.
Isso chama-se cachorro.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre ti,
te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti.
Isso chama-se extraterrestre.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado,
poderia mudar o que está diante de ti.
Isso se chama comando de TV.
O amor é outra coisa.

O amor é simplesmente... o amor.
Amor é o que sinto por vc... Luciana Castinho



Escrito por Má às 14h30
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Sintaxe à vontade
(Fernando Anitelli)

"Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem vindo ao teatro mágico!
sintaxe a vontade..."

Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
a partir de sempre
toda cura pertence a nós
toda resposta e dúvida
todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
todo verbo é livre para ser direto ou indireto
nenhum predicado será prejudicado
nem tampouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!
afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
e estar entre vírgulas é aposto
e eu aposto o oposto que vou cativar a todos
sendo apenas um sujeito simples
um sujeito e sua oração
sua pressa e sua prece
que a regência da paz sirva a todos nós... cegos ou não
que enxerguemos o fato
de termos acessórios para nossa oração
separados ou adjuntos, nominais ou não
façamos parte do contexto da crônica
e de todas as capas de edição especial
sejamos também o anúncio da contra-capa
mas ser a capa e ser contra-capa
é a beleza da contradição
é negar a si mesmo
e negar a si mesmo
é muitas vezes, encontrar-se com Deus
com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
cada um possa se encontrar no outro
até porque...

tem horas que a gente se pergunta...
por que é que não se junta
tudo numa coisa só?



Escrito por Má às 21h59
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Lú e Eu...e nosso All Star Azul

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as Índias
Mas a terra avisto em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu all star azul
Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali
E entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar
Não vejo a hora de te encontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem
Ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu all star azul combina com meu preto de cano alto
Se o homem já pisou na lua
Como ainda não tenho seu endereço?
O tom que eu canto as minhas músicas pra tua voz
Parece exato
Estranho é gostar tanto do seu all star azul...

Nos ultimos dias tenho experimentado a melhor das emoções da minha vida, por isso me afastei do blog...O motivo? ah, explico...Luciana é o motivo por eu estar andando nas nuvens, por estar sorrindo, por estar consolidando a fé em dias mais que melhores...prometo atualizar o blog com mais frequencia.

Beijos



Escrito por Má às 08h34
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" Eu não quero qualquer coisa. Não quero enganar ninguém e muito menos a mim mesma. Já não engano meu coração assim. Não é qualquer coisa que tem esse poder.
Já não acredito em palavras soltas.
Não quero sonhos falsos, quero os meus... simples e puros, banais até, mas sinceros e verdadeiros.
Não quero destino traçado por mim. Quero tudo aquilo que for natural e espontâneo.
Se não é pra fazer planos, já não sei se quero ficar.
Se não é pra ser inteiro, já não sei se quero.

Esses pedaços que não têm formato algum não me interessam mais.
Não, eu não quero qualquer coisa.
Não quero restos e nem sobras.
Não quero medos e nem angustias que não sejam os meus. Eles já me bastam.
Não quero ouvir e nem saber do que eu não faço parte.
Isso é ser egoísta?
Eu quero ser egoísta.
Quero dizer ‘não’ e dar de ombros.
Já não é qualquer coisa que me engana, me ilude e alimenta. Já não preciso de tão pouco.
Não quero comparações.
Não quero fantasmas do passado. Pessoas e momentos são diferentes. Sentimentos tb.


Eu faço planos, lamento dizer...
Vou continuar fazendo planos, eu sinto muito...
Estou abrindo a porta da saída...
É por aqui...
Se não interessa estar nos meus planos... Adeus!
Não me interessa a sua presença aqui. "



Escrito por Má às 12h27
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E que venham os 44 etc e tal...

Mês importante, mês de niver, de festa, de celebração...

Inacreditável mas, ai vem eles cheios de esperança, de alegrias, e de ganhos incalculáveis. Pessoas chegando com a força da real amizade, do bem querer desprovido de intenções escusas. Muita gente que ficou e demonstra no dia a dia o carinho, o respeito e o entendimento. Analisar esses 44 anos não é tarefa difícil, pesar as coisas boas e são muitas, pesar e rever o que foi de ruim e que não foi tanto assim. Descobri que prefiro as pessoas simples, os que não falam difícil. Minha atenção hoje é para as pessoas que ficam, aquelas que reconhecem o teu pior e mesmo assim estão com você, hoje minha mente se volta a Elza, Bia, Dandan, Déia, Má, Neto, Ale, Isa, Fé, Dani, Cibele, Josy, Fabio, Diego, Drica e Vania, Cacau, Marcelha, Karlinha, Lana, e em especial as pessoainhas Drica Gentile, Gi, Tati, Karina e Valeria ( corpinho) a quem tenho a honra de compartilhar horas de bom papo, de sonhos realizáveis, a quem agradeço pela força em me mostrar que a vida é boa, que apesar dos conflitos, diferenças e problemas, nada é o suficiente pra me impedir de sair e dançar, de sorrir, de brincar. Pessoa que me fazem mais leve, mais humana, que compreendem minhas neuras, meus medos e estendem a mão para que eles se tornem suportáveis e em muitas horas totalmente esquecidos. Um novo ciclo de vida começa, mais vivo, mais colorido, menos pesado, de sons e luzes. Que o passado fique onde lhe é de direito e com ele algumas pessoas que pouco ou nada acrescentaram, porque agora, agora é o momento de “ OUZAR” e te convido a vir comigo pra esse mundo magnífico de pessoas e vidas reais. De pessoas que fazem desse universo um lugar muito melhor!!

Amo vocês pela essência que trazem na alma!!

Ao som de Alone ( Roie Yamin & OMC Intro)



Escrito por Má às 23h37
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By Andarilho

Existem pessoas demais caminhando pelo mundo em busca sequer de lugar para ir. Mas ainda existem pessoas que transitam por todos os lugares que não buscam; todas as praças que não pensam; e todos os guetos que não cantam.

Existe a inconsciente escolha de quem esparrama vida ao caminhar sem perceber. Querer ausentar-se da poeira que suja mais que sapatos. Desvincular-se do sangue que mancha algo além das ruas. Fantasiar cortesia a mais que conhecidos. Existe culpa para cada escolha que nossa inconsciência nos disfarça.

Existe caminhantes vorazes em traçar a unicidade de escolhas que não permitem culpas. A gana desta coragem vibra o desejo de chegar a lugar algum planejado. Quem acredita em sonhos que se movem sobre pés com direção sem sentido que não seja pressentido anda sempre beirando o esgotamento do verbo buscar.

Quem busca não procura culpa, desvenda atalhos. Desbrava medos toscamente maquiados. Pinta muro sem vandalismo ou crueldade, apenas marca o mundo. A assinatura do que caminha não tem letra, mas tem cheiro. Não é canto, mas tem umidade ou calor. Não se examina com a mão. Quem caminha, não rabisca. Deixa pegadas no chão.

Ps - Cunha, peço mil desculpas, ando atrapalhada e ao invez de aprovar seu comentário cabei apagando, me perdoe. Por favor, me passe novamente o link do seu espaço, estive lá, adorei e gostaria de poder linkar aqui no teatro, beijo grande!!



Escrito por Má às 20h50
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Realidade torta...

" Traços, destinos, caminhos, refaço o que faço, leve constatação que tudo se encaixa, a caixa, nostalgia em forma de fúria, onde os laços se formam com finas linhas que se tornam aço.
O olhar onde o laço que faço se prende, me prende, como é possível se perder quando se acha, traços finos de um desenho recém criado, animado, esculpido com tal perfeição da imperfeição da “Vénus de Milo” sem o mármore frio.
Onde cada olhar é uma pincelada em rocha firme, tentando mudar o imudável, alterar o inalterável.
Lembro de cada segundo, relembro de cada momento, remendo cada sentimento, sentido para tudo e nada.
Os traços que faço são linhas, tortas, sempre tortas, nunca a procura de uma reta, nem da perfeição, sempre a procura do seu começo, mesmo que esse seja o fim, onde eu morri um pouco, o pouco que faltava para eu renascer."


"Quando se sabe se está sonhando ou se tudo é real?
Quando a verdade dói ou quando se sente uma inútil diante de uma situação que não se pode fazer nada?
Minha Realidade realmente é torta."



Escrito por Má às 23h44
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E ela fala tanto de olhares...

 

" Por vezes ela olhava-me bem nos olhos, como querendo ler-me a alma. Olhos semi-cerrados em confronto com o meu olhar que ora se rendia, ora fugia. A sensação de invasão incomodava-me e eu desvia o olhar, interrompendo aquela cena de caça no meu campo de visão."



Escrito por Má às 17h17
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Para a mulher por quem me apaixonei!

Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhe toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que ela traz consigo. Eu tenho é que tocá-la, cheirá-la, acariciá-la, penetrar-lhe o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhe o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-la em deusa. Tenho que dar-lhe o amor que o meu corpo conduz e sustenta-me a alma. O belo amor natural por todas as coisas do mundo. Como espelho de paixões em labareda, tenho que sentir nos seus olhos um raro brilho diamante.

Eu a respeito e a venero, com a graça de um cisne que dança num lago tranqüilo e a ousadia de um touro selvagem recém-despertado. Não lhe faço perguntas, não a pressiono por nada, não lhe tiro a liberdade, não quero mudá-la jamais. Sempre imagino o que esteja sonhando, e pulo de cabeça no sonho dela. Cavalgo o vento para visitar-lhe a razão, a emoção e as loucuras. Como uma deusa escandalosa e surpresa por sua própria criatura, entro no coração dela, deliciosamente, como se entrasse numa pulsante catedral. Mergulho na essência dos seus desejos e cada vez me espanto mais com tanta fantasia. Os cinco sentidos, por não serem precisos, ainda não bastam, e preciso mais do que isso para compreendê-la.

Toda mulher é silenciosa por dentro. A existência pura se manifesta em cada detalhe. Assim na terra como no céu, amar uma mulhere é uma experiência religiosa. E eu a amo, fina substância, como deve amar quem ama de verdade — incondicionalmente. Sem ciúmes. E se me dessem o poder, o tempo e, principalmente, a chance, eu daria a ela todos os dias, um orgasmo cósmico, poético e sublime.

Apanharia flores silvestres, tomaria sol com ela. Andaríamos descalças na areia, contemplaríamos crepúsculos cor de abóbora, jantaríamos à luz de velas, dançaríamos, tomaríamos vinho branco, olharíamos as estrelas. E eu lhe faria poesias de amor. Puro como um anjo, amaria eternamente. Com delicadeza, com doçura, com profundidade, com inocência. Como se no mundo inteiro não houvesse mais nada, nem ninguém.

Todas as noites, passaria cremes e encantos no seu corpo. Falaria sobre fábulas, contaria histórias românticas, a veria dormir. Ouvindo Beethoven, velaria por um tempo o sono dela, e de madrugada, antes do sol raiar, antes do primeiro pássaro cantar, a cobriria com o resto de luar que ainda houvesse, e sairia em silêncio. Como uma felina lógica, sensual e saciada, deslizaria pelo cetim azul-celeste dos lençóis, saltaria por sobre todas as metáforas — e sorrindo iria embora.

Enfim, se por acaso fosse Deus, eu com certeza não mais ficaria cuidando do universo e dessas outras coisinhas banais. Não ficaria controlando o destino das pessoas, o tempo, os compromissos, a pressa, o caminho dos planetas, a economia, o cotidiano, o infinito, os genes, a Internet, a gravidade, a geografia... Não!

Eu somente iria amar a essa mulher, como ela merece. E como nunca foi amada.

Só isso, definitivamente. Nada mais, nada mais!
Mas o novo ocupa o lugar de todas essas coisas!

Texto de Edson marques - adaptado.

 



Escrito por Má às 13h29
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Porque...

Porque sempre passa muito tempo do tempo que desejamos.

Porque sábado, o domingo adormecido.

Porque o violão ecoa nas paredes. Esboços que serão tantas lembranças vazias no branco calado de mais ausências.

Porque a cada instante, os olhos perdem o brilho, a voz ganha a rouquidão do cansaço do corpo, da placidez do desprendimento da alma.

Porque as guerras deixam de ser anseios de vitórias e, borboleteando, voam como páginas de um livro há muito escrito.

Porque o carro dá voltas nas ruas esquecidas e redescobre espaços perdidos, e desenha arquiteturas cobertas de novas luzes.

Porque eras não trazem o que foi, e séculos ainda não serão.

Porque o espalhar-se na janela embebe o corpo do horizonte que esta cidade abraça.

Porque o azul que o sonho busca está ali, despojadamente parado na esquina que não existe.

Porque teimam em mexer em feridas cicatrizadas? Não da pra me deixar em paz não??



Escrito por Má às 23h16
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"É seu
o primeiro pensamento
desta manhã que se repete
nesta pradaria
onde simulamos um sonho
meus olhos violam o medo
e já nem é segredo
é incêndio"


"... as escolhas são relativas, temos que saber viver com elas..."

Os caminhos abrem-se... a coragem parece residir na capacidade de escolher... e há quem escolha ser escolhido, apenas, para não ter que escolher.

Eu escolhi escolher..."



Escrito por Má às 21h40
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Ai meus sais....

 

É fazendo merda que, sabidamente, aduba-se a vida, daí, então, só um bom banho de chuva...

Ai ai ai...e por ai vai!!



Escrito por Má às 16h55
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" E por fim nossas atitudes e escolhas vão sendo registradas e nossa história vai sendo contada. Personagens importantes transitam pelas páginas. Eles orbitam em torno de cada um de nós, cabendo-nos a arte de selecionar os que ficam e os que saem, os que influenciam e os que recebem a influência. Há historias fascinantes e sobrevôos de tirar o fôlego, existe também os momentos de melancolia, abandono e frustração. E isto, é que se chama, livro da vida. Vez por outra é necessário dar uma parada para reorganizar os capítulos, corrigir algumas sentenças, melhorar a colocação das frases. Podemos chegar até à conclusão de que é melhor deletar parágrafos inteiros. Ou talvez tentar reescrevê-los de uma outra maneira. Mandar para alguém revisar é uma boa sugestão. De preferência alguém que entenda do assunto. Nós sempre queremos que ele seja um livro aberto, só que de vez em quando o vento das adversidades o deixa aberto na página errada. Dou graças a Deus por encontrar na minha caminhada algumas pessoas (pouquíssimas, devo ressaltar) com a capacidade dada por Deus de carinhosamente voltá-lo ao lugar certo. Muitas vezes esses anjos surgem de onde você nem imagina, para compensar aqueles de quem você esperava melhor. São amigos antigos que reaparecem, são amigos presentes que se mostram verdadeiramente presentes quando é preciso. É gente que não diz muito mais do que “conte comigo pro que der e vier”, mas que você sabe que estarão ao seu lado quando o vento soprar outra vez. Claro que você ainda terá que suportar os críticos espontâneos, alguns dos quais nem sabem ler. É o tipo de gente que não tem espelho em casa e por isso não enxerga suas próprias mazelas, mas acham que podem sair pela vida distribuindo seu fel a respeito de outrem chamando isso, farizaicamente, de “exortação”. São eles que torcem para que o seu livro não venda, encalhe na prateleira. Torcem para que ninguém se interesse por ele. Se nada funcionar, falam mal dele, caluniam e difamam. Não nos esqueçamos também que muita gente ainda compra livro pela capa. Para esses, um tanto superficiais, o que importa é a forma e não o conteúdo. Se a capa for colorida, com belas fotos e arte final, eles compram. Não importa se o livro é uma droga, cheio de mentiras e falsidade. O que interessa, para alguns, é como ele se parece. Não conseguem enxergar um palmo à frente de seus grandes narizes de Pinóquio e por isso se preocupam mais com o mensageiro do que com a mensagem. Estão semprere clamando da “forma”, do “jeito”, da “aparência”. Estes passarão pela vida sem viver. Serão enganados muitas vezes até descobrirem que comprar livro só por ser colorido e cheio de gravuras é uma vertente do analfabetismo funcional, que se traduz em saber ler mas não conseguir penetrar no significado mais profundo. Entre eles, alguns precisam ser tratados com misericórdia, porque são ingênuos e ignorantes. Outros precisam ser simplesmente ignorados. Não se preocupe muito com nenhum deles. Escreva o seu livro, com a ajuda de Deus. Estou tentando descobrir a importância de tal revisão. Descobri que sem ela muito esforço, de repente, vira nada. Tem muita coisa para ser mudada, então vamos mudar. Estou tentando escrever o meu livro sem me importar com que os outros dizem, esperam ou inventam. Afinal, no dia do lançamento, Deus não vai me fazer perguntas sobre o livro de mais ninguém. É, portanto, a Ele que eu devo satisfações. Ele me deu uma caneta e papel e quer que eu continue escrevendo. E aos poucos, você vai percebendo que o calendário não muda nossa vida, mas é a nossa atitude que a define, independente da data.

Boa noite!



Escrito por Má às 21h46
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Ah, como eu queria ser criança de novo!

"- DECISÕES eram tomadas brincando de TUDO-QUE-SEU-MESTRE-MANDAR...
- ERROS eram corrigidos simplesmente dizendo-se "parô, parô, parô"...
- TEMPO só era importante para quem chegava por último na corrida até a esquina...
- DINHEIRO ? Ah isso só era importante quando a gente jogava Banco Imobiliário...
- PASSAR a tarde pegando grilos e cigarras era a parte mais interessante das férias...
- EU não era assim tão boba para ter apenas DOIS ou TRÊS  "melhores" amigos...
- VELHO ? Era "QUALQUER UM" com mais de TRINTA ANOS...
- JOGAR VÔLEI  era bom mesmo na quadra de tênis quando as regras não tinham qualquer importância...
- NO MÁXIMO beijar uma menina dava "sapinho"...
- ERA ENGRAÇADO quando papai fazia a mágica de desaparecer o polegar dele...
- SE DEFENDER, no ginásio, era no máximo da guerra de giz...
- NINGUÉM era tão bonita quanto mamãe...
- QUANDO eu caía e me machucava, melhor que qualquer curativo era ... um beijo dela que dizia "quando casar sara..."
- FOI muito bom quando no zoológico eu já tinha passado da altura de entrar sem pagar...
- MARCAR o pé na areia molhada da praia era a certeza de ter chegado o verão e com ele as férias...
- TOMAR CUIDADO era só quando eu passava ali naquela rua onde morava aquele cara que tinha dois cachorrões...
- ASSISTIR ao MANDA-CHUVA, ao COELHO RICOCHETE, ah! e ao Maguilla e ao Senhor Peebles era o máximo que uma televisão podia oferecer...mesmo em P & B.
- NENHUMA ida à cidade, nem mesmo à Praça, valia a pena se eu voltasse sem ter ganho um brinquedo novo...
- AH, ABRIR os braços, rodar, rodar, ficar tonta até cair era motivo de ótimas gargalhadas...
- WAR era apenas um jogo. Que se jogava num tabuleiro ...
- PRENDER uma bolacha de chope com um pegador no raio da Monark transformava ela numa LAMBRETA...
- DROGAS eram apenas os remédios contra resfriado...
- Um Jajá ou Chicabom eram considerados essenciais à sobrevivência infantil... 
- NA FALTA DOS DOIS, mãe, quero um Kalú de abacaxi!
- IRMÃOS mais velhos eram BÁRBAROS quando BÁRBAROS era apenas uma gíria.
- CANTIGAS DE RODA eram um agradável passatempo para as meninas
- Quem brinca com fogo, faz xixi na cama."
 

E para quem não leu tudo ainda, quem chegar por último é MULHER DO PADRE!



Escrito por Má às 19h29
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